Inovação

Estudos e Publicações

Realizamos estudos e pesquisas para subsidiar políticas e práticas inovadoras. Conheça alguns dos nossos estudos:

 Estudo especial sobre alfabetismo e competências socioemocionais na população adulta brasileira: Socioemocional como antídoto para desigualdade de oportunidades

Na edição Inaf-2015, foi incluído um conjunto de questões que permitem qualificar os respondentes de acordo com três competências socioemocionais: autogestão, autoconceito e abertura ao novo. Graças a essa iniciativa – realizada em parceria com o Instituto Ayrton Senna – temos disponíveis pela primeira vez no País uma base com representatividade nacional sobre essas competências na população adulta. O que são as competências socioemocionais? Como estão distribuídas na população brasileira? Qual o seu papel no alcance das realizações individuais? Esse papel difere a depender do contexto de vida? Para quem o socioemocional mais importa? O socioemocional pode contribuir à superação da desigualdade de oportunidades no Brasil? Responder a essas perguntas à luz da evidência gerada no Inaf foi o desafio lançado aos especialistas convidados a desenvolver o Relatório.

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Construindo uma Educação de Qualidade: um pacto para o futuro da América Latina

Seis áreas prioritárias para pensar a educação na América Latina são objeto de análise deste relatório assinado pela Comissão para a Educação de Qualidade para Todos, do Diálogo Interamericano. A edição em português do documento foi lançada em novembro de 2016 por meio de uma parceria ente Instituto Ayrton Senna, Fundação Santillana e Diálogo Interamericano. O material propõe que todos os atores envolvidos com o tema participem de uma agenda transformadora visando o avanço da qualidade na educação no continente.

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Educação em Quatro Dimensões: as competências que os alunos devem ter para atingir o sucesso

O livro de autoria de Charles Fadel, presidente do Center for Curriculum Redesign e professor convidado da Universidade Harvard, aborda a necessidade de rever os currículos escolares visando as competências necessárias para a vida no século 21. A publicação foi traduzida em português e lançada no Brasil em novembro de 2016 por meio de uma parceria entre o Instituto Ayrton Senna, o Instituto Península e o Center for Curriculum Redesign. Fadel defende em sua publicação uma proposta de uma educação mais conectada à criatividade, ao pensamento crítico, à comunicação e à colaboração, sem deixar de lado a dimensão socioemocional e características como mindfulness, curiosidade, resiliência, coragem, ética e liderança para a construção de uma humanidade sustentável.

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Formação continuada de professores no Brasil:

Desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna e pelo Boston Consulting Group, o trabalho aborda desafios da formação continuada de professores no Brasil e traça possíveis linhas de ação para melhorar a qualidade da formação em serviço.

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Caminhos para melhorar o aprendizado:

Desenvolvido em parceria com o Todos pela Educação (movimento que da sociedade brasileira pela educação de qualidade), o site traz estudos que evidenciam políticas e práticas eficientes para melhorar o aprendizado.

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Relatório Competências para o Progresso Social: o poder das competências socioemocionais (OCDE)

Lançada no Brasil por meio de parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Fundação Santillana, a publicação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) propõe estratégias para ampliar a qualidade da educação a partir do desenvolvimento socioemocional. O trabalho reúne dados de estudos realizados em nove países. O Brasil entrou na análise, e a solução educacional para o Ensino Médio desenvolvida em parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro é mencionada como exemplo de iniciativa curricular e de formação de professores.

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Revista Neuroeducação

Publicada pela Editora Segmento, a Revista Neuroeducação passou a contar com apoio do Instituto Ayrton Senna em 2015, e da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), a partir de 2016.  A publicação é trimestral, vendida em bancas e no site da editora (https://www.lojasegmento.com.br/), e tem como foco a divulgação de estudos com base na neurociência voltados para educadores e pessoas interessadas no tema da qualidade da educação.

 

Plano Nacional de Educação

Fruto de entrevistas realizadas no Canal Futura, foi lançado pelo Instituto Ayrton Senna, a Fundação Fundação Santillana, e a Fundação Roberto Marinho o livro Plano Nacional de Educação – 21 especialistas analisam as metas para 2024. A publicação reúne análises de especialistas brasileiros sobre cada uma das 20 metas do PNE, entre eles o diretor de Articulação e Inovação do Instituto, Mozart Neves Ramos, que falou sobre a meta de formação continuada a professores da educação básica.

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Análises do Instituto

Muitos dados sobre educação são divulgados a cada ano, por uma variedade grande de fontes, e possibilitam análises aprofundadas sobre fatores que influenciam o desempenho dos estudantes, visões sobre os contextos de aprendizagem nas escolas, ou mesmo balanços de avanços e desafios das redes de ensino, em municípios e Estados.

Com objetivo de apoiar o debate qualificado sobre os dados educacionais do Brasil, e oferecer novas perspectivas sobre o tema para toda a sociedade, o Instituto Ayrton Senna divulga análises e estudos próprios. Veja um resumo de alguns deles:

 

Jovem que não está na escola e não trabalha:

Levantamento sobre jovens de 15 a 17 anos que não estudam nem trabalham registra que 1 milhão de brasileiros estão na chamada “geração nem-nem”, a maioria mulheres. A pesquisa utilizou dados de 2014 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com recorte específico para a faixa etária de até 17 anos, idade que se espera que um jovem finalize o Ensino Médio. Segundo o estudo, 81% desses jovens “nem-nem” não estão procurando emprego, o que indica que deixam a escola por outros motivos. Nessa idade, 59% são do sexo feminino e, entre essas jovens “nem-nem”, 30% já são mães, o que indica importância de ações voltadas para este grupo.

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Resultados na alfabetização e no 5º ano

Municípios brasileiros com desempenho baixo no 5º ano do Ensino Fundamental em 2013 e que também apresentaram patamar insatisfatório na alfabetização em 2014 mostram tendência de manter a educação de baixa qualidade para estudantes. Levantamento cruzou dados da Prova Brasil (avaliação nacional de Língua Portuguesa e Matemática) e da ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização para alunos do 3º ano do Ensino Fundamental) e, ainda que se refira a alunos de diferentes faixas etárias, indica situações em que é preciso um trabalho estruturado em alfabetização, para reverter o ciclo de desempenhos baixos.

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Tecnologia no ambiente de aprendizagem

O acesso à internet pode ser um importante aliado para levar inovação às aulas, mas para isso não basta ter um computador na escola, é preciso garantir que o uso seja feito com qualidade. Apesar disso, estudo com base em dados do Censo Escolar 2014 mostrou que há mais escolas com laboratório de informática do que com acesso à banda larga, ou seja, os alunos têm uma sala com computadores, mas não a conexão de internet que permite navegar em alta velocidade e com maior recebimento de dados. Esse cenário é o inverso quando se consideram as escolas particulares.

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Expectativa dos professores sobre aprendizagem dos alunos

Quanto mais baixo o nível socioeconômico da escola, menor é a expectativa dos professores de que os alunos concluirão o Ensino Médio, segundo estudo realizado pelo Instituto Ayrton Senna com base em respostas de professores de 5º e 9º ano do Ensino Fundamental ao questionário da Prova Brasil 2013 (avaliação nacional de Língua Portuguesa e Matemática). O levantamento indica a importância de trabalhar a expectativa positiva entre professores de alunos em contextos desfavoráveis e enfocar aspectos de relacionamento, já que a maioria dos professores em todas as escolas aponta o desinteresse e a falta de esforço dos alunos como principais causas para problemas de aprendizagem.

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